Esse pôr do sol sobre o Recife me fez parar por alguns minutos. A cidade parecia envolta em um brilho quente, quase dourado, que transformava tudo — os prédios, o rio, as ruas. Gosto de pensar que cada pôr do sol é um convite pra recomeçar. Horizontes fala exatamente disso: sobre o fim que anuncia o novo, sobre o instante em que o dia se despede e o amanhã começa a nascer.

